
A reitoria da PUC-SP suspendeu as atividades administrativas e acadêmicas no campus Monte Alegre nesta sexta-feira. A medida foi tomada pelo reitor Dirceu Mello após estudantes divulgarem a realização do 1º Festival de Cultura Canábica – o nome do evento faz alusão à cannabis, gênero da planta que dá origem à maconha.
A cidade de Nova York acaba de informar que caiu para 14% o número de seus habitantes que fumam cigarro (uma redução de cerca de 35%) desde 2002, o que vai significar menos dezenas de milhares de mortes precoces. Uma vitória e tanto não é???? A queda de fumantes contém a receita que se deve aplicar contra o abuso da maconha, um assunto que, de novo, volta à tona com a proibição da reitoria da PUC contra a realização de um evento no campus convocado para pressionar pela liberação da maconha.
Apesar desse blogueiro que vos escreve ser a favor sim da discriminação das drogas, pois acredito não se tratar apenas de assunto policial, mas sim social e de principalmente de saúde pública, acredito que ”o” problema desta festa da maconha, entre outras manifestações desse tipo, é o seguinte: “ao invés de discutir o assunto de forma mais aprofundada socialmente, reforça o charme do uso da droga“. No final de tudo fica um debate enjoado e ridículo entre a repressão, simbolizada pela polícia, e os jovens que pregam uma liberdade idiota. Mas afinal, “De qual lado os jovens tendem a ficar?”
Como o leitor sabe, acho que a descriminalização da maconha seria um mal menor sim. E reafirmo minha posição de acreditar que trata-se não de somente um assunto policial, mas de saúde pública, mas atente ao que acabei de escrever, disse que não trata-se de somente um assunto policial, mas trata-se também dele. Pois seria um romantismo ingênuo e imbecil ignorar sua forte ligação com o crime organizado.
Acredito como no caso do cigarro, visto com algo charmoso por muitas gerações há muitos anos atrás, hoje depois de um esforço de mostrar seu efeito no corpo, é motivo de restrições e de uma certa marginalizada pela atual sociedade, que cada dia mais livre desse terrível vício, possa acontecer a mesma coisa com uso não só da maconha mas das drogas em gerais.
Quando se coloca o debate entre polícia versus maconha, nestes tipos de manifestações, parece que a droga simboliza liberdade. E não é liberdade. Pois a maconha pode ser muito menos nociva do que o cigarro, a bebida ou outras drogas, mas ainda assim é um problema de saúde. Há uma série de estudos mostrando como o abuso da maconha tende a afetar a memória, dificultando o desempenho escolar e profissional.
Ter essas habilidades reduzidas significa perder autonomia e não a tal liberdade que esses “pobres” manifestantes insistem em levantar.
Abraços e Voltem Sempre!!!!!!!!!!!!!!!!

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